Sobre mim

Entender a dor é o primeiro passo para transformá-la em caminho.

Um pouco sobre mim e minha forma de ver a psicologia

Sou psicólogo desde 2014, e ao longo desses anos descobri que a psicologia é muito mais do que um campo de estudo — é uma forma de estar no mundo. Acredito que cada pessoa traz consigo histórias, contextos e significados únicos, e que o papel do psicólogo é ajudar a dar sentido a essas experiências, promovendo autoconhecimento e possibilidades de mudança.

Para mim, o processo terapêutico é um espaço de encontro e construção. Um lugar onde ciência e sensibilidade se unem, e onde pequenas mudanças podem transformar profundamente a forma como alguém se percebe e se relaciona com a vida. Meu trabalho se sustenta em uma escuta ativa, acolhedora e ética, guiada pelo compromisso de oferecer um cuidado que respeite o ritmo, a singularidade e as necessidades de cada pessoa.

A psicologia me ensina, todos os dias, sobre a força que existe na vulnerabilidade e sobre o poder de olhar para si mesmo com curiosidade e compaixão. É essa experiência — de presença e transformação — que busco compartilhar em cada encontro clínico.

Minha formação e base teórica

Sou formado em Psicologia pela Universidade São Judas Tadeu e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pela PUC do Paraná — uma abordagem que oferece ferramentas práticas e fundamentadas cientificamente para compreender e modificar padrões de pensamento, emoção e comportamento.

Também possuo pós-graduação em Saúde Coletiva com Ênfase em Saúde da Família, experiência que ampliou minha compreensão sobre o cuidado integral, a interdependência entre saúde mental e contexto social e o valor do trabalho em rede dentro do SUS.

Concluí a formação em Terapia do Esquema, uma vertente integrativa da TCC que aprofunda a compreensão sobre feridas emocionais e padrões que se repetem ao longo da vida.

Essa combinação de formações molda minha prática: técnica, sensível e centrada na pessoa. Trabalhar com base em evidências científicas é, para mim, um compromisso ético — garantir que o processo terapêutico seja sustentado por conhecimento validado, sem perder o olhar humano que torna o encontro clínico genuíno e transformador.

O aprendizado sobre o tempo e o vínculo

Minha trajetória se construiu também dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), onde aprendi que o cuidado vai além do consultório. No Centro de Atenção Psicossocial (CAPS Adulto II – São Miguel Paulista), vivi o cotidiano do sofrimento psíquico grave e persistente. Ali, aprendi sobre o poder transformador da escuta, sobre o tempo do sujeito e sobre como o vínculo é um instrumento terapêutico fundamental. Foi um espaço que ampliou minha compreensão sobre o que realmente significa “cuidar” — acolher o outro em sua realidade e caminhar junto no possível.

Quando corpo e mente pedem escuta

No Centro de Referência da Dor Crônica (CRDOR – APS Santa Marcelina), aprofundei o olhar sobre a relação entre corpo e mente. Trabalhar com dor persistente me ensinou que o sofrimento, quando reconhecido e compreendido, pode dar lugar à reconstrução de sentido. Nesse trabalho interprofissional, percebi o quanto a integração entre psicologia e outras áreas potencializa o processo de reabilitação — e como o autoconhecimento se torna um aliado no manejo da dor e da vida.

A escuta como espaço de dignidade

Minha passagem pelo Núcleo de Proteção Jurídico Social e Apoio Psicológico (NPJ) foi um marco de aprendizado humano. O contato com pessoas em situação de vulnerabilidade e violência me fez compreender, de forma profunda, o impacto da escuta ética e empática em contextos de fragilidade. Esse trabalho me mostrou que, muitas vezes, ser psicólogo é sustentar um espaço de dignidade quando tudo ao redor parece ruir.

Meu propósito como psicólogo

Com o tempo, percebi que minha prática se orienta por uma palavra essencial: humanização. Mais do que aplicar técnicas, acredito que o encontro terapêutico é sobre presença — sobre estar com o outro, com genuíno interesse, curiosidade e respeito. Cada experiência que vivi — no CAPS, no CRDOR, no NPJ e na clínica — me ensinou algo sobre resiliência, sobre limites e sobre o potencial humano de reconstruir a si mesmo quando encontra suporte e compreensão.

Hoje, com mais de uma década de experiência, sigo com o mesmo propósito que me fez escolher a psicologia: ajudar pessoas a compreenderem a si mesmas e a transformarem suas histórias. Com técnica, com ciência e, sobretudo, com humanidade.

Comece sua jornada de autoconhecimento

Se você sente que é hora de cuidar melhor de si mesmo, talvez este seja um bom momento para começar.

Podemos construir juntos um espaço de escuta, reflexão e crescimento — com base em evidências, mas guiado pelo que realmente importa: a sua história e o seu bem-estar.

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