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Talvez você se identifique com
alguma dessas situações.
Se sim, saiba que não é fraqueza — é o sinal de que algo pede atenção e cuidado. Esses padrões têm origem, têm lógica e, acima de tudo, têm solução.
Você vai deitar e os pensamentos começam. Fica passando situações que já acabaram, se preocupando com coisas que talvez nem aconteçam. Durante o dia, é a mesma sensação de estar sempre em alerta — como se algo ruim pudesse acontecer a qualquer momento.
Não importa o que você conquista — tem sempre aquela sensação de que não foi suficiente, de que você poderia ter feito mais, de que os outros fariam melhor. Uma cobrança interna que não dá descanso.
Nos relacionamentos, no trabalho, nas reações. Você percebe o padrão, promete que dessa vez vai ser diferente — mas algo te puxa de volta para o mesmo lugar. Como se houvesse uma força invisível guiando suas escolhas.
Às vezes você explode por algo pequeno. Outras vezes sente um vazio que não consegue explicar. A intensidade dos sentimentos parece desproporcional — e isso cansa, envergonha e afasta quem você ama.
Se você se identificou com algum desses pontos, há um caminho para entender de onde eles vêm.
Antes de tentar mudar qualquer coisa, precisamos entender o que está por baixo. Juntos, vamos identificar os padrões que operam no piloto automático — de onde vieram, como se manifestam na sua vida hoje e por que você reage da forma que reage.
Não é sobre reprimir o que sente. É sobre ter mais recursos para quando as emoções chegarem fortes. Técnicas práticas e testadas para crises de ansiedade, impulsividade, autocrítica — aplicáveis no momento em que você mais precisa.
O sucesso da terapia não é dependência — é autonomia. Que você saia daqui capaz de entender seus próprios padrões, regular suas emoções e tomar decisões mais alinhadas com quem você quer ser.
A Terapia Cognitivo-Comportamental e a Terapia do Esquema são duas das abordagens mais estudadas da psicologia. Juntas, permitem trabalhar o que você sente hoje e os padrões que se formaram muito antes.
Erick Pereira da Silva
Psicólogo Clínico · CRP 06/123024
Escolhi trabalhar com saúde mental porque acredito que o sofrimento psicológico merece a mesma seriedade que qualquer outra condição de saúde — e que a ciência tem muito a oferecer nesse campo.
Ao longo de mais de uma década, trabalhei em contextos que poucos psicólogos de consultório conhecem por dentro: o serviço público, o CAPS, a rede hospitalar. Isso me deu uma leitura clínica mais ampla, mais realista sobre o sofrimento humano e mais humildade diante da complexidade de cada história.
No consultório, isso se traduz em uma escuta que não julga, uma abordagem que não promete milagres — e um compromisso real com a sua evolução.
Cada padrão que nos limita foi, em algum momento, uma forma inteligente de lidar com o que havia. Meu trabalho começa aí — nessa lógica que um dia fez sentido.
Relatos compartilhados com autorização, com identidade preservada.
Lembro perfeitamente do dia em que cheguei ao seu consultório: completamente entregue ao insucesso que eu acreditava ser a minha vida. Eu carregava marcas profundas da minha meninice, dores emocionais que pareciam não ter fim, e um histórico de relacionamentos tóxicos que tinham me feito esquecer quem eu era. Eu não acreditava em mim. Entre tantas perguntas que você me fez, uma ecoa até hoje dentro de mim: "O que você gosta de fazer?" E eu respondi… mas, na verdade, não respondi. Porque tudo o que eu dizia estava sempre ligado à alegria dos outros, nunca à minha. Foram necessárias várias sessões até que eu conseguisse, pela primeira vez, acessar algo genuinamente meu. E aquele momento foi um choque — o primeiro de muitos que mudariam a minha vida. Foram quase dois anos de terapia. Dois anos de muito trabalho, muita dor, muito choro, muitas crises… mas, acima de tudo, dois anos de cura. Eu me lembro quando você me desafiou a prestar um vestibular. Eu fui sem pretensão, apenas para testar meu nível, já que fazia tanto tempo que eu não estudava. Fiz a prova da UNIVESP desacreditada… e fui muito bem. Fiquei por apenas uma vaga de entrar. Naquele momento, algo virou dentro de mim: eu comecei a enxergar o meu potencial. Foi aí que tudo começou a mudar. Iniciei meu processo de emagrecimento. Comecei a me questionar se eu realmente queria estar nos lugares onde estava, se aquilo me fazia feliz. Comecei, de verdade, a buscar a minha própria felicidade. Aprendi com você a lidar com meus gatilhos emocionais. Hoje, eu consigo enfrentar crises de ansiedade com consciência e controle — algo que um dia pareceu impossível. Erick, você não tem ideia do que a sua terapia fez por mim. Você não imagina como eu me tornei uma mulher corajosa, forte e resiliente. Ao entender o que me fazia feliz, decidi entrar no mundo da estética. Me dediquei intensamente: fiz cursos, estudei muito, mergulhei na área de terapias integrativas e me formei em Estética.
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